The Darkness II [Demo Review]

Você curte estórias de máfia?

E quanto à estórias com elementos sobrenaturais?

E se nós pudéssimos unir ambos; máfia e demônios em uma única franquia, adicionando doses de humor negro e violência cavalar?

"Eu farei uma oferta que você não poderá recusar"

"Eu farei uma oferta que você não poderá recusar"

The Darkness é uma série em quadrinhos que mistura estórias de máfia com elementos sobrenaturais, criada por Marc Silvestri, Garth Ennis e David Wohl. Nela, acompanhamos Jackie Estacado, um hitman da família Franchetti, que acaba descobrindo ser o portador da benção/maldição das Trevas, que lhe concede imortalidade, o permite viajar entre nosso plano e o plano das trevas, summonar criaturas deste plano para lhe ajudar, entre outros poderes filhadaputicamente apelões. Em 2007 foi lançado um jogo para o Playstation 3 e Xbox 360 inspirado nessas comics, que foi bem recebido conseguindo uma média de 82 no Metacritic.

Tudo isso é, óbviamente, meu mero conhecimento de wikipédia, já que ainda não tive a oportunidade de ler os quadrinhos e muito menos de jogar o primeiro jogo, uma vez que este não foi lançado para PC.

E eis que surge na Steam a Demo de um novo jogo para a franquia, The Darkness II, e eu, como um apreciador de jogos desnecessariamente violentos, fui seduzido pela promessa de mutilações, empalamentos e decaptações, e até gunwounds para quando a mantança estiver ficando monótona.

HELL, YEAH!... Literalmente.

Pois bem, a parte jogável da Demo se passa toda em flashbacks. Quando começamos, Jackie foi capturado e está sendo submetido à torturas para abrir mão do seu poder e, enquanto isso acontece, nós vamos jogando os eventos que o levaram à esta situação.

Er... no comments...

Podemos dividir esta demonstração em 3 partes:

Parte 1-

Você é atacado em um restaurante durante um encontro e acaba sendo ferido gravemente na perna direita. Por esta razão você é arrastado por um de seus companheiros de família. Esta parte corre quase como um Rail-Shooter. Não há muito o que se fazer aqui além de mirar e atirar em cada inimigo que surgir na tela.

Algo que pode-se perceber nesta primeira parte são os gráficos. Feitos com base nos quadrinhos, eles são bastante estilizados e eu tenho que dizer que eu os achei FODA PRA CARALHO. A movimentação dos personagens está muito boa e isso é visível neste momento em especial, já que para qualquer lado que você olhe alguém está correndo, atirando ou sendo alveja… ou ambos. É legal ver como tudo parece ter vida… até ser fuzilado, claro. Também nota-se um pouco de interatividade com o cenário.

Parte 2-

Para sobreviver, Jack decide libertar o poder de The Darkness mais uma vez.

Behold! The power of The Darkness!

É hora de chutar bundas. E por ”chutar bundas” eu quero dizer ”dilacerar inimigos com tentáculos/serpentes feitos de trevas da forma mais gruesome possível”. Enquanto a primeira parte do jogo não parecia muito diferente de outros FPSs,   aqui já se notam diferenças na jogabilidade.

Você pode utilizar seus tentáculos como chicotes vorpais; pegar itens jogados pelo cenário e arremessa-los contra os inimigos, desta forma empalando-os ou os partindo no meio; segurar inimigos e executa-los com uma animação especial…. são tantas opções que torna-se até chato quando todos os inimigos do mapa estão mortos.

É importante também tomar cuidado, pois, como seu poder provém das escuridão, qualquer luz forte torna-se um obstáculo, atrapalhando e possivelmente causando sua morte. Não hesite em destruir qualquer lâmpada ao seu alcance.

Parte 3-

Acesso à armas de fogo enquanto se está com o poder das Trevas ativado. Shit just got serious.

Imaginem que você está atrás de um carro. A poucos metros há 3 mafiosos atirando em você, o que fazer?

Você pode arrancar a porta do carro à sua frente. utiliza-a como um escudo para poder seguir em direção a eles, dar um teco na cabeça de um dos safados, arremessar a porta do carro contra outro, bandando-o no meio na horizontal e, agora perto o suficiente do ultimo, dá-lhe uma chicotada de trevas, segurar o infeliz e executar um finishing move nele, rasgando-lhe na vertical… Freakin’ Awesome!

E é justamente neste leque gigantesco de opções e habilidades especiais que mora meu maior hype e, ao mesmo tempo, receio em relação ao jogo.

Cada ação que você tem requer que você execute um comando, ou seja, para atirar temos um botão, para mirar outro, para usar o tentáculo outro, para segurar um inimigo ou item outro, para realizar um finishing move mais um… em alguns momentos eu acabava olhando mais para o teclado do que para o jogo em sim. Tá certo que depois de alguns minutos eu me acostumei razoavelmente com os comandos, no entanto este foi apenas o começo do jogo e a árvore de skills é gigantesca, cheia de novas habilidades que temo que signifiquem mais e mais botões e combinações para serem realizadas.

Seja como for, este demo cumpriu seu objetivo que foi me deixar com uma vontade absurda de jogar o produto final. Quando vi o primeiro video de gameplay eu achei o jogo interessante, mas por ser uma continuação não dei a ele muita atenção.

Já gora que pude testa-lo, estou disposto a deixar este preconceito de lado, só me resta conseguir a coragem e o dinheiro, mas eventualmente eu devo adquirir este jogo com certeza.

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Sobre General do Panda

Sou um General do Panda, Nunca Viu?
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2 respostas para The Darkness II [Demo Review]

  1. Tô muito perto de fazer isso, oh.
    A companhia do cartão internacional do meu pai me ama 😄

  2. Icaro Kloud disse:

    Sempre soube que havia potencial nesse jogo, vamos quebrar os cartões de crédito de novo General? xDDD

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