J-View: Fate/Extra CCC

fateextraccc40Há! Consegui! Zerei esse jogo! Há Há! Finalizar esse game foi um desafio! Mas não por ter sido difícil e sim porque foi muito ruim! Foram mais de 50 horas de jogo gastas em várias sessões durante mais de uma semana. Foi uma tortura! Mas eu zerei essa droga do mesmo jeito! Tudo isso pra fazer essa review. Isso porque o mundo precisava saber que Fate/Extra CCC – o segundo jogo mais vendido da semana passada – é uma MERDA!

Be Prepared

– Decadência

Mas como esse jogo pode ser ruim se vendeu tanto? (mais de 1,400,000 unidades) Ora bolas! Pelo mesmo motivo que Final Fantasy sempre vende bilhões de copias, mesmo que os jogos recentes sejam odiados por todos: Status, marca, nome. Elementos extremamente poderosos no mundo do marketing. Isso significa que vai ter bilhões de infelizes que vão comprar uma coisa sem procurar saber se é boa ou não…Diabos! Vai ter gente que comprará mesmo sabendo que é ruim! Tudo isso porque são fãs do produto ou da marca.

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Para quem não sabe, “Type-Moon” e “Fate/Stay Night” são nomes de peso no Japão, se tratando de uma das empresas de visual novel mais famosas e sua obra mais popular (respectivamente). Não me entenda mal: Eu amava as obras desse cara! Tudo graças a um carinha chamado Evospace que me apresentou para um joguinho chamado Melty Blood. Já que jogos de luta são meu gênero favorito “MB” foi irresistível para mim. Por muito tempo foi meu jogo favorito e me trouxe para o mundo das visual novels. Tsukihime foi o primeiro simulador de encontro/VN que joguei com afinco (antes eu não tinha saco pra esses jogos e me cansava em menos de meia hora). Eu amei tanto a estória, personagens e mundo que passei a idolatrar o roteirista da Type-Moon, Nasu Kinoko (Berinjela e Cogumelo?). Todos parecem tratar esse cara como Deus na terra mas, já que não sou muito religioso, não tenho medo de critica-lo.

Infelizmente, Type-Moon sucumbiu ao lado negro, se tornando aos poucos aquilo que chamo de Type-Moon do mal (sou incrivelmente criativo). O primeiro sinal foi quando eles fizeram um jogo onde você podia enrabar o lendário rei Arthur.

fateextraccc34A partir daí, foi só piorando! Por sorte, eles “quase se aposentaram” quando passaram apenas a ceder o mundo e os personagens para outras pessoas criarem spin-offs. Foi daí que veio coisas boas como Fate/Zero, criado pela NITRO+! Fate/Extra foi um RPG criado pela Imageepoch e idealizado pela Marvelous em 2010. Type-Moon não queria ter nada a ver com o projeto mas, quando o jogo vendeu pra caralho que eles mudaram de ideia e resolveram participar diretamente da produção do próximo título. De acordo com Nasu Kinoko, essa seria sua despedida do universo de Fate, o ultimo trabalho relacionado à franquia que ele iria escrever. Em compensação ele faria um jogo épico! Huuunm…”Épico” não é? Vejamos…

– Estória…Ou Seja Lá O Que For Isso

fateextraccc38Eu gostava de apelidar essa série de “Fate/Persona Night”, já que o jogo pegava muita coisa de Persona, mas nesse jogo isso está errado! Resolvi apelidar esse de Persona/Persona CCC”, pois o jogo perdeu quase tudo que o tornava um “Fate” e pegou ainda mais elementos de Persona. Mas o que fazia de “Fate” um “Fate”? Vários heróis lendários ressuscitados por feiticeiros lutando entre si para adquirir o Santo Graal que realiza qualquer desejoだぜ. Isso tudo parece Awesome, não é? Pois então esqueça, nada disso existe na continuação de Fate/Extra.

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Na verdade, esse jogo não é uma continuação mas sim uma estória alternativa para o jogo original. Kinoko nos disse para considerar isso uma espécie de Heaven’s Fell desse universo. Ah! Tá falando daquela rota no Fate/Stay Night onde o herói perdia um braço; seu interesse amoroso virava um demônio comedor de almas inocentes; a heroína virava uma escrava zumbi; um dos principais aliados morria logo no início e a empolgação, angustia e insegurança nunca paravam? Tá dizendo que vai fazer algo parecido com isso? Nos seu atual estado? Boa sorte…

Para minha tristeza, o Type-Moon do mal veio a tona e me entregou um dos piores plots que eu já vi em um RPG! Isso explica porque a revista Famitsu deu para o F/E-CCC a nota mais baixa dentre os jogos que já joguei (29/40).

Os heróis não estão mais participando da guerra pelo santo graal, eles foram presos em um domínio fantasma dentro de uma realidade virtual conhecida como “lado escuro da lua” (pois a “matrix” deles fica na lua, sacou?). A culpada disso é uma AI que se separou da heroína Sakura: “BB”…Tá, não ria! To tentando ser sério pelos um pouquinho! Os nomes nesse título são ridículos. Deal With It!

BB é uma “Yandere” que quer criar um mundo perfeito para o protagonista mudo e sem nome. Para isso ela sabotou a competição e absorveu danos de inúmeros servos para, aos poucos, tomar controle de todo sistema por trás do santo graal: O Moon Cell. Cabe ao protagonista e uns poucos mestres restantes a derrotar BB e salvar à todos.

Não parece grande coisa de início, mas acredite em mim quando digo que ESSA ESTÓRIA É HORRIVEL! Ela não apenas é extremamente previsível, mas também contém eventos que ofendem sua inteligência! Isso não é Nitpicking! São elementos vitais para o enredo que são esburacados como queijo suíço! Eu não sei ao certo se Kinoko nos acha uns idiotas ou se ele é simplesmente burro, pois parece que ele não sabe escrever, pesquisar, traduzir, interpretar, entre outras coisas.

Por exemplo: BB não podia atacar os heróis por causa das leis da robótica de Asimov: uma delas não apenas a impede de machucar um humano mas também a obriga à protegê-los. Porém, ela resolve isso quando os heróis à atacam, ativando a terceira leia da robótica que diz para ela proteger à si mesma, isso quer dizer que ela agora pode mata-los! Isso é tão idiota em tantos níveis diferentes! É triste saber que um cara que já admirei não sabe algo simples como A PRIMEIRA LEI É ABSOLUTA! NADA TOMA PRIORIDADE SOBRE PROTEGER A VIDA HUMANA! Além de que a terceira lei diz para se proteger, e não para matar alguém, essas coisas são diferentes. Tá entendendo? Isso tudo é fácil de pesquisar! Tá na internet! Mas parece que essa anta não sabe pesquisar ou não sabe ler. Talvez ele simplesmente ignora essas coisas, é! Isso é bem provável, já que esse fica longe de ser o ultimo buraco na estória.

Esse também é um jogo que mais me deixou envergonhado! E eu joguei Ar Tonelico 3, onde as heroínas precisavam tirar as roupas para ficarem mais fortes! Fate/Extra CCC facilmente supera isso pois é repleto de fan-service-sem-vergonha durante todo o gameplay! Vejamos uns bons exemplos:

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  • Logo no primeiro minuto de playthrough, uma freira mega gostosa cai com os peitões em cima da cabeça do protagonista, enquanto tenta se levantar ela solta gemidos de prazer.
  • Quando você comenta que está explorando o labirinto da Sakura, uma personagem interpreta que você está entrando nas partes intimas da própria Sakura!
  • A última chefe pede tempo pra trocar para roupas mais reveladoras pois ela estava prestes a “explodir de excitação” e precisava se “soltar mais”.
  • Uma mecânica importante do jogo tem você revelando segredos íntimos de garotinhas para então entrar em uma estatua erótica da vitima para esbofetear e despir a pobre menina enquanto usa as fraquezas dela para tortura-la. Como resultado, a menina fica excitada e passa pro seu lado. E eu não estou nem brincando!
  • O jogo deixa você trocar as roupas dos servos, uma das roupas alternativas é uma roupa de banho tipo “fio-dental” para a Saber.
  • “Panty-Shots” são constantes! O jogo todo contribui para isso. Ângulos de câmera são quase sempre low angle e saias são curtíssimas.

Sinceramente, há tanto mais pra isso do que eu estou disposto a escrever. Então, vamos em frente:

– Personagens

– BB

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Eu odeio quase todos os personagens novos desse jogo! Os melhores personagens vieram do jogo original ou são convidados especiais de outros spin-offs de Fate (como o Karna). Mas tenho certeza que a que mais detesto é a BB! E isso é horrível pois ela não apenas é a principal vilã, mas também é a heroína principal! Para o bem do jogo, não era permitido que ela fosse uma personagem ruim, esse não foi o caso…Com um design ridiculamente simples (a Sakura com um manto preto, “genial”) e uma personalidade nojenta, ela se torna uma das piores vilãs que já vi! A dubladora também não ajuda: Noriko Shitaya nunca fez uma vilã na vida porque sua voz não é apropriada pra isso. Sabendo do risco de estragar a personagem, a produção colocou ela no papel do mesmo jeito. O resultado ficou ainda pior por causa da personalidade da BB.

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Ela é uma palhaça! Usando o que ela chama de “BB Channel”, ela explica seus planos da maneira mais erótica e embaraçosa possível em todos os capítulos. É impossível de cortar esse segmento e te deixa com vontade de tacar o portátil no chão! BB é como uma criança de 5 aninhos que virou Deus, ela só faz besteira e não tem nada que você possa fazer pra evitar. Super legal! NÉ?!

– Elizabeth Báthory

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Essa personagem é outro perfeito exemplo de como Nasu Kinoko não sabe pesquisar. Elizabeth Báthory foi um condessa de uma família renomada que foi casada e teve uma filha chamada Ana. Ela era louca e foi acusada de matar mais de 600 pessoas para extrair o sangue pois acreditava dar juventude eterna à ela. Ela foi oficialmente julgada por “apenas” 80 mortes, mas foi o suficiente para dá-la o titulo de maior serial-killer do mundo. Isso mesmo! Fique sabendo que o maior serial killer da história foi uma mulher! Tema elas! É obvio que essa história gerou várias lendas: Muitos diziam que ela fez um pacto com o diabo para ganhar poderes, outro diziam que ela era um vampiro, assim como o conde Vlad III de Wallachia que também era conhecido como “filho de Dracul” ou Dracula (nome de seu pai, que significa “dragão” naquelas terras). Foi por isso que um dos apelidos dado para Elizabeth foi de “filha de Dracul”.

De acordo com Nasu, Elizabeth não era uma vampira e nem uma bruxa mas sim uma dragão (ele entendeu errado a parte do filho de Dracul). Ela é uma garotinha muito inocente e virgem (é claro que sim) que adora romance e musica, se auto intitulando uma Pop-Idol…

O desperdício por trás do conceito dessa personagem me faz chorar! Ainda tiveram a audácia de usar ela como uma Lancer. Como é que a maior serial killer da história não é da classe Assassin?!

Kinoko adora essa menina, o que me preocupa já que a personagem favorita dele é a rei “Arthuria”. Devido a isso, Elizabeth é uma das maiores pedras no sapato desse jogo! Ao invés de ter que enfrentar um “espírito heroico” diferente em cada capitulo como no jogo anterior, o jogador é “presenteado” com a Elizabeth 4 vezes! Nasu ama tanto essa desgraçada que ela acaba entrando no grupo! No jogo em que você só luta com um personagem, Elizabeth entra no grupo! Como? Simples: Substituindo o servo que você escolheu. Viva!

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Fãs, fiquem atentos para a rota secreta da Elizabeth!

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fateextraccc48A freira pervertida que havia mencionado antes. Ela faz o papel do “atendente do posto de gasolina” desse jogo. É muito obvio! Ela existe pra gemer muito e fazer japoneses escreverem muitos doujinshis hentais.

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– Hans Christian Andersen

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Um dos poucos personagens novos que prestam. Andersen é o escritor de livros considerados por muitos como classicos da literatura infantil. Porém, todas as suas estórias tem um desenvolvimento cruel e amargo. Quando ele foi invocado como Caster, sua aparência refletiu sua fama e controvérsia, fazendo dele um adulto de personalidade cruel e amarga em um corpo infantil com voz adulta do Takehito.

Andersen é um personagem extremamente interessante! Pena que ele sempre fica de fora dos principais eventos, tendo poucas falas.

– Passionlip

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Não! Isso não é putaria! “Isso” existe! Todos culpam Arco Wada – o character designer do jogo – por criações aberrativas como essa, mas poucos se lembram que o seu trabalho no jogo anterior (sem Kinoko) foi muito bom. Também tem gente ingênua que não entende que o character designer muitas vezes fica limitado. Quando o roteirista diz que a estória tem que ter “uma garota com garras maiores que seu corpo inteiro” e “peitos tão grandes que cobrem o umbigo dela”, não há muito que ele possa fazer pra resolver! Passionlip é um “Alterego”, High Servant ou Whatever. Ela basicamente é uma AI criada pela BB ao misturar dados de vários servos com uma uma parte dela. Diferente de BB, Passionlip pode atacar os humanos porque…Porque o Kinoko não sabe! Tecnicamente, ela também tem que ter as mesmas leis de Asimov, já que ela é uma parte da BB. Mas isso faria o enredo fazer sentido então esse “detalhe” foi ignorado.

– Meltlilith

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Essa é outra personagem que se salva. Quero dizer: Ela pelo menos não chega a ser uma personagem ruim (apesar do design estúpido). A chegada dela na estória é a única coisa que faz o plot mudar. Ela invade territórios, mata, escraviza e tortura personagens idiotas. Tudo isso enquanto mantém uma cara séria e uma voz ameaçadora quando precisa. Ela é uma “Yandere” que não precisa fazer aquela cara de demente exagerada que todas as garotas do gênero fazem nos animes. Isso porque a ameaça que ela representa para o grupo já é o bastante pra deixar todos atentos. Ela é imortal e possui level 99, além de poder “drenar” habilidades alheias. Quando Meltlilith entra no jogo, ela temporariamente substitui a BB que está sofrendo de “síndrome de Giygas”, pois se tornou tão poderosa que perdeu sua personalidade (que peninha). Já que o jogo precisava de uma vilã, Meltlilith assume a posição por uns tempos. Os melhores capítulos do jogo! Ela parece uma “Striker Witch”, eu me pergutaria se ela não sente vergonha de lutar assim mas, já que aquilo entre as pernas dela não é uma calsinha, não é embaraçoso.

– Jinako

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Uma super NEET que é mestre do Karna. Ela quer ficar o jogo inteiro trancada no quarto do zelador, se recusando a participar da aventura, mesmo possuindo o servo mais poderoso do jogo. Uma outra personagem idiota.

– Karna

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Filho do Deus sol Surya. Envocado em uma classe não especifica, muitas vezes reconhecido como um Archer ou Lancer. A maneira como ela dispara raios de calor com o poder destrutivo de mísseis em alta velocidade faz Jinako passar a chama-lo de “Launcher”, o jogo reconhece isso e passa a usar esse nome. Ele acha que irrita as pessoas por falar demais, mas na verdade, ele fala pouco, o que causa maus entendidos.

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– Gilgamesh

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Gilgamesh não é exatamente um personagem novo, já que já apareceu em muitas outras estórias de Fate, mas ele salva esse jogo. Sua curiosidade e atrevimento fazem ele se interessar pelo protagonista do jogo e passa a ajuda-lo mesmo que o herói tenha perdido todos seus feitiços de comando, perdendo assim seu direito como mestre. No começo, ele ajuda apenas para ver até onde o protagonista aguenta lutar em uma batalha perdida, mas ele passa a admirar o espírito do personagem principal, aceitando-o como seu igual. O protagonista de Extra é o único a ser reconhecido como um verdadeiro mestre por Gilgamesh. Certamente o servo mais fodão e divertido! Apesar de, as vezes, fazer umas coisas nada-a-ver (como usar termos de jogos eróticos), ele geralmente me diverte muito! Os únicos momentos em que eu genuinamente ri foi graças ao Gil! AUO, CAST OFF!

– Jogabilidade

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Não tem muito pra se falar aqui. Se você jogou o jogo anterior, vai se sentir em casa pois tá tudo igual. Botões de atalho, sistema de luta, navegação. É claro que há algumas poucas melhoras (como um botão pra escolher comandos automaticamente durante o combate), mas nada que faça muita diferença. O sistema do jogo original era bom e não se mexe em time vencedor, mas depois de 3 anos, eles bem que poderiam ter mudado um pouco mais.

– Gráficos

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Assim como a jogabilidade, os gráficos também são os mesmos do jogo anterior, com quase todos os modelos 3D e texturas do jogo original sendo recicladas. O que é uma pena, isso era mais urgente de mudar do que a jogabilidade. A engine em que esse jogo roda é muito velha. O pessoal da Imageepoch já tem uma engine melhor desde 2010, feita pelo time por trás de Last Ranker, que também foi usada em Black Rock Shooter e Sol Trigger. Mas já que eles queriam ter pouco trabalho, eles reciclara essa engine jurássica e montaram o novo jogo encima do antigo, deixando o jogo com cara de velho, exceto o Gilgamesh que teve seu modelo 3D importado da engine mais nova. Como resultado, enquanto todos os outros personagens tem um rosto paralisado e gesticulam como personagens de Resident Evil 1 do PS1, apenas Gilgamesh mexe a boca enquanto degusta de um delicioso vinho em uma taça que ele cuidadosamente enche com uma garrafa em uma mesinha ao de seu trono. Ou seja: É uma diferença da porra! A HUD do jogo também é a mesma e muitas da ilustrações foram reutilizadas também.

– Sons

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Apesar de que, dessa vez, a trilha sonora combina mais com o clima de Fate, as musicas continuam average. Mas se dá uns pontinhos a mais pela variedade. Antes tinha duas ou três faixas diferentes para as Dungeons do jogo, mas agora tem uma musica diferente para cada dungeon!

A dublagem continua boa, só acho questionável a escolhas deles para algumas vozes, como a Saber, por exemplo: A voz da Sakura card captor não combina em uma mulher/homem romana adulta. Também elogio muito o fato de que o jogo tem mais que o dobro de vozes que o jogo original, com cerca de 70% dos eventos principais sendo dublados. Mas também acho questionável a escolha de qual evento dublar. Você acaba de ver um evento cômico e desimportante full voiced, e logo depois, em uma explicação importante do enredo, todos ficam mudos.

– Vai tarde Nasu!

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Fico muito contente de que essa será a ultima vez que o Kinoko se envolvera com algo relacionado a Fate. Claramente ele deixou o sucesso subir à cabeça. Suas estórias atuais são entupidas de poemas, palavras complicadas, estrangeiras e antigas. Porém, quando se filtra tudo isso, o que sobra é uma historinha bem medíocre. O segredo para se curtir esse jogo é não leva-lo a sério, pensar nele como se fosse uma espécie de spin-off de comédia não canônico, assim como Carnival Phantasm. Eu estava fazendo isso a principio mas, infelizmente, notei que o jogo queria que eu o levasse muito a sério, e isso me deixou muito triste…

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Sobre Benedict

A ovelha negra. Perdeu sua alma quando resolveu seguir o caminho do mal e unir forças com os jogos nipponicos. Durante um ataque dos EUA, por pouco escapou de se tornar um FPS, porém, um de seus olhos foi permanentemente transformado em uma mira laser.
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3 respostas para J-View: Fate/Extra CCC

  1. Matheus disse:

    Fate/Extra CCC , simplesmente foi feito para fan-service cara , mas não podemos negar que fez um sucesso enorme no Oriente. (Simples japoneses são apelativos).

  2. esse jogo e uma putaria , ja zerei ele mas uma vez eu tive que ter uma conversa bem seria com os meu pais sobre esse jogo

  3. ghostnappa disse:

    meh…

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