Walking Thru – Skyrim 4

Bem, hoje eu vou meio que sair do planejado. A missão seguinte do ponto onde paramos na última parte não é, pelo que entendi, obrigatória ao enredo principal de Skyrim, mas ajuda o jogador a se situar com informações importantes, então vou considerar. Lembro aos leitores que esse WT não é spoiler free, mas vou tentar evitar adiantar possíveis reviravoltas de enredo e afins.

Ok, segundo Delphine, como os Thalmor são escrotos, automaticamnte estão ligados com os eventos vilânicos de Skyrim. Como dragonborn, é minha obrigação desmascará-los, e para tanto, devo aplicar um Solid Snake numa festa na embaixada élfica. Essa idéia não parece muito apetecente, principalmente quando o contato dela me diz que devo deixar meus melhores itens com ele, para que me sejam devolvidos dentro do local da missão. O resto de meus itens ficarão com a Delphine.

Ok, aqueles perks de furtividade tornaram-se tentadores de repente

Uma vez na festa, peço a uma tia pra fazer uma distração para que eu possa ir com o contato pegar meus itens. Ok, devidamente equipado, começo a explorar de maneira silenciosa. Após sair da mansão, encontro um guarda que me nota. Bem, por que fazer as coisas da maneira ladina quando se é um bárbaro…

Depois de devidamente estripar todos os guardas do quintal élfico, entro na masmorra e encontro uns documentos que provam que os Thalmor não são os culpados pelo resurgimento dos dragões.

Nesse momento entram alguns guardas junto com o cara que me ajudou a entrar na festa e começam a interrogá-lo. Vendo que o cara vai acabar se ferrando, eu vou até lá, barbarian style, e pulverizo os guardas para salvar o cara. O fdp tem a cara de pau de ficar com raiva de mim, e fala que espera que tenha valido a pena ele me ajudar… emo blábláblá. Cara, se eu ainda não tivesse coletado sangue da raça dele…

Mas enfim, como sou bárbaro sanguinário gente boa, deixo pra lá, salvo mais um cara da masmorra e fujo por um caminho subterrâneo com eles.

Depois disso tudo, a Delphine me manda falar com um velho que fazia parte do grupo dela. Aparentemente ele é, como todo velho, muito sábio, mas Delphine me adianta que ele é ainda mais paranóico que ela. Eu achando que isso seria chato… Mal sabia eu.

Hum... Sinto cheirinho de glitch se aproximando

Viagei até Riften atrás do tal velho. Aí, descobri que tinha que dar início a uma quest na qual eu ajudo um mercador a fazer o outro, de quem ele não gosta, ser preso. Só assim ele me indica onde stá o velho. Como sempre digo, se o jogo me fulera, não tenho vergonha de me aproveitar dos recursos toscos que ele me dá.

Fiz a missão, descobri onde era, carreguei o save e mandei o mercador safado chupar. Sou bárbaro, mas sou honesto.

Chegando no local da missão, o velho está atrás de uma porta. Ao contrario do que a Delphine disse, convencer o velho na verdade foi fácil, o problema é que não saiu o som das falas dele e aí a porta não abriu…

Esperei um tempinho e nada… carreguei o save e nada… muito a contra-gosto, fiz a missão do mercador e nada… Ok, lá vou eu atrás na net, muito feliz.

Desde que comecei a jogar Skyrim, me pergunto se não tem uma colônia de insetos vivendo no meu computador...

Aparentemente, o jogo não detecta o caminho do audio do velhinho. Ok, baixei o tal audio e arrumei o maldito bug (sério, como a Bethesda me deixa algo assim passar…). Agora sim, o velho abre a porta e aceita andar comigo, afinal eu sou o dragonborn.

Após o (des)emocionante encontro de Esbern (o velho) e Delphine, podemos enfim avançar. Infelizmente o lado oeste do mapa é o único no qual quase não liberei lugares para fast travel, então adivinha só… Andei pra cacete (matando dois dragões no caminho) até a dungeon seguinte. A dungeon em si tinha o quebra-cabeça mais idiota de minha carreira de gamer… Tipo, tinham três pilares, cada um com três opções de imagens, sendo uma delas o símbolo do dragonborn. Três símbolos iguais depois, lá ia eu avançando… Cara, os quebra-cabeças de Skyrim deixam um pouco a desejar, ou o jogo está tentando fazer eu me sentir mais inteligente que sou de verdade?…

Dãããnn...

Ok, com meus obstáculos resolvidos, lá vou eu adiante. Encontramos então uma ruína que Esbern e Delphine decidem ser um bom lugar para recomeçar seu grupo. Ok, explorando encontro um set de armadura pesada, vendível, e um espada. Hey, uma katana!! Cara, tava faltando, não é um jogo americano sem uma katana. E essa ainda é boa, com um dano decente e um bônus de +30 contra dragões!

Então Esbern me diz que, para derrotar o maldito dragão revivedor de dragões eu preciso de um grito novo, que talves os greybeard (velhinhos da montanha) conheçam mais sobre o assunto. Ok, eu tenho que ir levar a corneta do cara lá mesmo… é caminho.

Mas, estaremos voltando ao enredo principal, logo, vai ter que ficar para a próxima. Até lá, nesse mesmo lugar, nessa mesma hora, nesse mesmo canal.

P.S.: Acabo de notar que não fiz nenhuma piada sobre flechas ou joelhos, então aqui vai: (com os devidos cumprimentos ao Fake Nerd, que me mostrou o video)

Para soldados de Skyrim, flechas no joelho são o fim da carreira. Para Ace Ventura, são adereços de comédia.

 

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Sobre Ed Shemp

Mais um dos garotos perdidos que descobriu que o sentido da vida é um filme do Monty Python.
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