J-View Special: Summon Night Revival.part-2

O segundo jogo da série e o segundo RPG tactics que joguei. Summon Night 2 para PS1 fez grande sucesso no Japão, o que foi um grande feito pois o PS2 já não era novidade na época desse lançamento. Mas como conseguir isso em um console que estava tecnicamente morto? Bem, eu adoro explicar as coisas, é por isso que fiz essa review gigantesca sobre o jogo!

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Old Pink

Em primeiro lugar, é interessante falar que Summon Night 1 foi uma grande aposta da Flight Plan! A maioria dos envolvidos no projeto eram novatos, mas também eram pessoas de talento que estava trabalhando ao mesmo tempo em outros experimentos. A ideia era essa: Se um dos projetos fizesse sucesso, ele promoveria os outros, assim, todos sairiam ganhando. Me parece que tudo deu certo, vejamos:

O escritor do cenário teve sua ideia aprovada e ganhou trabalho fixo na Flight Plan para fazer mais jogos da série. É! Nada mal…

Vejamos Kouhaku Kuroboshi, o character designer, WOW! Além de Summon Night, ele só tinha trabalho como ilustrador de “Kino’s Journey”. Hoje ele tem inúmeros trabalhos em outros jogos e animes, e Kino se tornou uma das Light novels de maior sucesso do Japão, e ganhou até mesmo um Spin-Off. Muito bem!

A maioria dos dubladores eram novatos ou não-famosos. Hoje muitos deles fizeram fazem papéis importantes em animes, outros jogos eKARAMBA! A dubladora da Lipre é Yukari Tamura! Antes ela só fazia papéis como “Garota A”, “Estudante E” mas hoje ela famosa por ter dublado a “Garota Mágica” Nanoha e ficou conhecida como uma das melhores dubladoras do Japão! QUE FODA!

Ei! Lembra que tinha um super grupo de Idols que tava ajudando na dublagem do jogo? O Kira Kira Melody Gakuen Project! O que será que aconteceu com elas…

Ooouh! Bem..Seja como for! Faz muito tempo desde minha ultima review. Minha memória não é das melhores, por isso, não me lembro direito do primeiro jogo. Deixa eu ver se esse comercial me refresca a memória:

Oh! Claro! Era disso que o primeiro jogo se tratava: Um filme B de fantasia medieval com adultos interpretando crianças de 15 anos! Como pude me esquecer? Obrigado comerciais japoneses!

– Plot & Characters:

Semelhante ao primeiro jogo, você escolhe um personagem para ser o herói, mas, ao invés de 4, só existem dois personagens de para se escolher, um homem e uma mulher.

É o seguinte: Eu deveria deixar a ideia da escolha livre de personagens sempre presente no texto, fazendo a review inteira com o sexo e nome do protagonista ambíguos, mas FODA-SE. Eu não preciso fazer isso! Ninguém escolhe o Magna! Quer saber por que? Porque ele é um pervertido desgraçado!

Olha pra esse tarado! Ele usa leotard e uniforme colegial feminino, modelo de marinheiro! É uma das roupas mais gays do vídeo game!

Não que eu seja homofóbico mas, o problema é que esse jogo envolve muito romance com os personagens do grupo, e eu não quero deixar que esse depravado se aproxime das pobres garotinhas inocentes da equipe.

Sendo assim, quando for jogar Summon Night 2, lembre-se: A flor tem que ser de cerejeira, o homem tem que ser Kuwabara e a protagonista tem que ser a Torris(alguns à chamam de “Toris”, mas eu prefiro chamar ela assim porque parece mais com nome de gente).

Torris vivia uma vida pacata no interior do Reino Santo no mundo de Lyndbaum, até que ela causou uma explosão no meio da rua sem-querer-querendo ao apanhar uma pedra brilhante do chão. Essa pedra era uma Summonite, uma ferramente usada na magia de invocação, e apenas nobres de linhagens especiais podem saber o segredo dessas técnicas. Foi por isso que ela acabou sendo levada contra sua vontade para a capital, onde passou vários anos estudando na facção azul junto à Nesty, um homem muito inteligente e misterioso que, por estudar há mais tempo que ela, age como o tutorial do jogo, explicando o sistema e cenário.

A aventura começa mesmo quando Torris finalmente se forma como invocadora oficial e é ordenada à sair em uma jornada em busca de fazer várias conquistas em nome de sua facção. No final, ela ganhará nobreza se fizer um trabalho bem feito. Ela depois se envolve com santas curandeiras, facções rivais, nações inimigas, tecnologias perdidas, guardiões sagrados, poderes lendários, anjos e demonios…É uma aventura bem épica, onde sempre acontece alguma coisa interessante.

Para ajuda-la, Torris faz uma cerimônia para invocar uma criatura que estará sempre ao seu lado, e terá grande influencia na estória. Diferente do primeiro jogo, tudo que você tem que fazer é responder uma questão no início e BUUMM!! Você ganha um companheiro e um dos melhores personagens do jogo. Existe um parceiro para cada mundo do jogo, por isso, eles são bem diferentes um do outro, cada um com sua vantagem e desvantagens, além de aparências e personalidades bem distintas. Entre os que você pode escolher estão o demônio fajuto Bulrell, o garotinho chifrudo e afeminado Resi ou o robô genérico Le-O-LD. Mas porque perder tempo com esses caras quando você pode ter a companhia de Hasaha!

Uma Yokai raposa linda, com poderes telecinéticos e que te chama de Oni-chan! Como eu poderia resistir a isso? Hasaha é a parceira mais popular do jogo, e é por isso que eu escolhi o Le-O-D! Porque antes de ser um lolicon, eu sou um Hipster…Tá bom! To de sacanagem! Eu não aguentei e escolhi a Hasaha mesmo!

– Gameplay

Sem muita novidade. O sistema dele luta é quase o mesmo, você solta uma magia, se essa magia for a fraqueza do inimigo, ele cai no chão, se todos os inimigos caírem no chão, você ganha a chance de executar um ataque em time…Ops! Jogo errado.

A verdade é que quase nada mudou em relação ao ultimo jogo, me deixando com pouco para falar nessa parte. A maior mudança ficou nas invocações que funcionam como personagens jogáveis, que agora podem se mover no mesmo turno que são invocados (não sofrem mais enjoo de invocação) e tem que subir de nível como um personagem normal. Essa ultima mudança foi ruim mas será corrigida nos próximos jogos. De resto, o gameplay continua ótimo como sempre, deve ser por isso que não mudou muito.

– Gráficos

Essa é uma parte que melhorou muito! Durante as batalhas, os personagens estão do mesmo tamanho que antes (eu acho), só que estão mais detalhados e com cores mais vivas.

Durante os eventos, as artworks também estão muito mais bonitas. Não foi apenas a técnica do artista que ficou (MUITO) melhor, mas também é a resolução maior de cada imagem que é um absurdo! Mesmo nas telas HDs de hoje em dia, essas ilustrações ainda são lindas.

– Sons

Fujita Chiaki é o compositor de todos os jogos da série Ele começou meio lento no primeiro jogo, mas pegou o jeito nesse. Os próximos jogos irão usar esse como referencia para criar a “identidade musical” da série, sem guitarras em .midi fuleira e muita gaita de fole e flauta. Muitas músicas desse jogo se tornaram populares e foram usadas nos próximos jogos. Já outras serviram como padrão para compor musicas parecidas (que nem a musica de vitória de Final Fantasy).

Infelizmente,parece que a soundtrack desse jogo não foi lançada, apenas algumas faixas foram usadas em uma coletânea com as melhores músicas dos 3 primeiros jogos.

Por outro lado, o tema de abertura e encerramento foram lançados em um single. Enquanto a musicas é escrita pelo mesmo cara, o vocal é de Kato Izumi, A abertura “Hikari no Miyako” (Cidade da luz) pode não ser uma das minhas músicas favoritas da série, mas é uma das mais adoradas pelos fãs.

É claro que as vozes são Du Karalhu! O que você esperava? Pessoas sobem de carreira quando trabalham nesse série! Como por exemplo: Midorikawa Hikaru, o papel de Nesty fez um bem danado pra carreira do cara! Depois do fracasso da primeira série de Yu-Gi-Oh ele só ganhou alguns papéis pequenos em animes obscuros, esse foi um dos primeiros papeis importantes que ele fazia em anos. Ainda bem que ele voltou a fazer sucesso depois pois sou fã do cara desde o papel dele como Mikagami Tokiya em Flame of Rekka.

– Dismake

Mais uma tentativa no Nintendo DS, essa versão não perdeu apenas as vozes, musicas cantadas e vídeos de abertura e encerramento, eles também retiraram o modo Gallery e soundtest, por que?

Por outro lado, o jogo tem as mesmas melhorias de sistema do dismake anterior. A segunda tela pode ser usada pra medir o alcance dos ataques, você pode trocar entre duas armas durante a luta, existe itens e habilidades especiais se vencer uma batalha em certas condições (chamam isso de “Brave Clear”). Porém, dessa vez você não precisa “acariciar seus bichos pra deixa-los mais fortes”, ao invés disso, você tem que fazer algo parecido com os pentagramas do Castlevania: Down of Sorrow, ou seja: Uma merda do mesmo jeito.

– No próximo episódio: LOLIS!

Há há! Eis que finalmente está chegando próximo do lançamento dos remakes para PSP, e o próximo jogo da lista é o 3! Esse capitulo significa uma grande evolução pra série! Artworks ainda melhores, mais opções, mais finais, um dos gráficos 2D mais lindos do PS2 e, é claro: LOLITAS! Isso mesmo! Pra acompanhar a subida no nível da perversão japonesa, a Flight Plan decidiu aumentar exponencialmente o número de “lolis” e “shotas” em todos os próximos jogos. Começando com Summon Night 3, onde você controla um respeitável e competente professor que fica encarregado de cuidar de crianças com aproximadamente 10 aninhos, com as quais você pode namorar. Só falei um pouquinho sobre esse jogo e já me sinto mais japonês.

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Sobre Benedict

A ovelha negra. Perdeu sua alma quando resolveu seguir o caminho do mal e unir forças com os jogos nipponicos. Durante um ataque dos EUA, por pouco escapou de se tornar um FPS, porém, um de seus olhos foi permanentemente transformado em uma mira laser.
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