DMC – Devil May Cry [Demo Review]

demo review dmc devil may cry

Recentemente, saiu a Demo do reboot de Devil May Cry, estupidamente entitulado DMC, e nós, do Em Outro Castelo vamos aqui contar o que nós (na verdade só eu) achamos, já que você não consegue ter opinião própria. Então bem vindos ao post com maior número de trocadilhos infâmes da história do Em Outro Castelo, a Demo Review de DMC – Demônio em Maio Chora (copyright Google Translator).

Logo ao bootar o jogo, uma das primeiras coisas que ficam claras é que a Ninja Theory optou por uma visão um pouco mais discreta e cool para o seu Devil May Cry, ao contrário do estilo espalhafatoso e carnavalesco do jogo anterior. Isto pode ser visto tanto no novo visual novo do Dante quanto no uso da sigla DMC para se referenciar ao jogo.

DMC

Já que DMC não é uma sigla associada a coisas alopradas.

História

A história na demo é contada por um curto vídeo que já tinha sido mostrado em grande parte como um trailer.

Nela, vimos que o Virgil, irmão gêmeo que não parece em nada com o Dante, é o líder de uma organização terrorista que luta contra os capetas Jr. e sua dominação da humanidade por trás dos panos. Virgil dá uma de Osama Bin Laden e aparece em vídeos usando uma máscara do Annonnymous para passar sua mensagem.

You wanna play a game?

You wanna play a game?

Descobrimos também que o Dante continua sendo filho do (this is) Sparda com um/uma anjo, e que como ele caça demônios, estes estão sempre à caça dele. Desta forma, Virgil manda uma menininha gótica com capuz (Ellen page em Beyond? membra dos Assassinos? Não consegui decidir qual piada sem graça utilizar) contatar o Dante pedindo sua ajuda.

Como é uma demo, a história é só isso mesmo. Sim, nenhum demônio chora durante a demo.

Visual

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Logo de cara, tanto os gráficos quanto as animações parecem muito boas, com modelos bem feitos para os personagens e animação fluida. Aliás, uma coisa bacana foi que a diminuição do framerate de 60 para 30 quadros por segundo me incomodou muito menos do que eu imaginava, pois os controles continuam extremamente responsivos.

dmc

Como dito anteriormente, aparentemente há todo um trabalho de desageradização estilísticas (neologismos, a gente vê por aqui). E isso se vê também no novo visual e personalidade do Dante: agora muito mais novo, com menos jeito de douchebag. Ele ainda é aquele cara meio babaca que te olha meio sem ligar muito para ninguém, mas pelo menos ele não está tão over the top.

Bem menos que isso.

Bem menos que isso.

Aparentemente, quando os demônios percebem a presença do Dante, ele é transportado para uma versão alternativa da cidade, chamada de limbo, onde os demônios tentam matá-los (ainda sem chorar).

Nem um nem o outro. limbo
Nem um nem o outro.

Uma coisa bacana é que, enquanto Dante está no Limbo, parece que até mesmo a própria cidade se volta contra ele, desmoronando para encurtar seus caminhos e com avisos no melhor estilo “Eles vivem” (aliás, já falei que este filme tem a luta mais desnecessária e foda da história do cinema?).

Coincidência, provavelmente.

they-live Coincidência, provavelmente.

Além disto, parece que tudo ganha cor ao entrar no Limbo: o estilo gráfico da cidade está muito bonito, e a engine da Ninja Theory continua matando a pau (aparentemente roda na mesma engine de Enslaved). Esta palheta de cores mais vivas, aliada às deformações que a cidade sofre, fazem com que o jogo tenha um estilo visual muito bacana, e, mais importante, diferente dos jogos anteriores.

Jogabilidade

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Agora vamos ao que importa quando se trata de Devil May Cry: A jogabilidade. Devil May Cry é uma série conhecida por duas coisas: Sua jogabilidade extrememamente responsiva e sua casca-grossice (existe isso?). Uma das coisas icônicas do primeiro jogo é o primeiro chefe dos vera: a Aranha Gigante. Para muitas pessoas, aquele foi o momento onde elas pararam de jogar, já que ela é impossível de vencer simplesmente apertando botões loucamente (ao contrário de toda a série God of War).

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Já na demo, a jogabilidade inicialmente pareceu similar aos jogos anteriores, com os ataques e pulo nos botões esperados. Porém, fiquei com a impressão de que, ao menos na demo, o Dante está excessivamente poderoso, com ataques normal da espada, uma foice para ataques rápidos de área (para atacar inimigos mais fracos que estejam em grandes quantidades) e um machado gigante, que é mais lento mas mais poderoso contra inimigos estilo tanque ou que tenham escudos. Ele continua tendo a Ebony e a Ivory, suas armas, mas até onde eu vi o dano delas é risivel, sendo utilizado mais para atrapalhar os inimigos que estão distantes do que para causar danos consideráveis (o que é bom, dado o desastre de Devil May Cry 2).

Também conhecido como pula e atira: o jogo.

Também conhecido como pula e atira: o jogo.

Além disto, temos também dois elementos de jogabilidade novas baseados em uma espécie de hookshot: com ele você pode tanto ir até os inimigos ou puxá-los até você (o que é útil contra os anjinhos bizarros de Bayoneta que vieram fazer uma ponta aqui), além de utilizá-los em puzzles ambientais bobinhos.

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No geral, achei que, na demo (que não chorou, nem saiu em maio) ao menos, o jogo estava meio fácil. Mesmo na dificuldade Son of Sparda não tive nenhuma dificuldade em moer todos adversários.

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Mesmo a Boss Battle incluída na demo acabou sendo fácil demais: Uma versão do primeiro chefe do God of War 3 (poseidon, acho), onde o chefe fica na beirada da tela telegrafando seus ataques. Com a esquiva todo poderosa e invencível, foi relativamente fácil matá-lo sem levar muito dano. Porém, ela mostra um uso bacana do hookshot durante as batalhas de chefe, que pode as levar a ter um quê mais de Zelda.

Outra coisa bacana foi o Devil Trigger. Ao invés de se transformar em um demonio boladão, o cabelo do Dante fica branco e mais longo, e sua roupa mais vermelha, obviamente remetendo ao Dante pre-reboot. É como se quisessem afirmar que aquele Dante ainda existe, nós apenas estamos vendo ele mais novo.

Não estourem as pregas, fãs do Dante, ainda é ele.

Não estourem as pregas, fãs do Dante, ainda é ele.

Para finalizar a jogabilidade, a coisa mais importante de DMC é que NÃO TEM QUICKTIME EVENT NESSA PORRA! Sério, God of War e congêneres, vão se foderem!

Vão se foderem deuses, aqui a espada é fornecida fortemente.

Vão se foderem deuses, aqui a espada é fornecida fortemente.

Concluindo

A demo de Demônios podem chorar demonstrou que, realmente, a série Devil May Cry precisava mesmo de um reboot. depois do Devil May Cry 4. A história estava exageradamente aloprada, as coisas já não tinham mais para onde correr, o Dante já estava rídiculo. Com essa nova direção, DMC pode voltar a ser uma franquia relevante, e voltar ao topo do gênero hack-n-slash em toda sua glória. A demo mostrou que o jogo pode ser excelente, e estou muito ansioso para jogar (bem mais que o MGS: Revengeance, por exemplo). Já estou fazendo o meu preorder!

A verdade, é que Demo em Maio Chora demorou para voltar a velha forma.

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Sobre Maximus Decimus

Um carinha do barulho que vai armar altas confusões que até deus duvida nesse site que é um estouro.
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2 respostas para DMC – Devil May Cry [Demo Review]

  1. Vergilio disse:

    Cara esse lance ai de zuar o dmc 4, hum se a capcom realmente fosse com a cara da serie devil may cry num tinha transformado o titulo dessa forma,eles podiam incluir um armagedom no dmc 5 continuando com Nero,Dante, Vergil e Sparda,seria um sucesso assustador, diferente desse que vendeu somente 1,2 milhões de copia que na verdade era estimado vender 2 milhões sendo assim um desastre da capcom não um orgulho.

  2. Fernanda disse:

    Adorei xD
    kkkkkkk

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