J-View: Nendoroid Generation

Yo! Já faz um tempo desdo meu ultimo post, e não: Eu não estou fazendo mais um post sobre 7th Dragon 2020, apesar de que a semelhança é inegável.

 

 

 

 

Nendoroids são uma linha de bonecos que emprega um visual super deformado que se tornou extremamente popular no Japão. Praticamente todo dia sai um modelo novo por lá, e qualquer personagem de séries de manga, anime, livros, jogos ou whatever esta sujeito e ganhar versões nendoroids.

Sendo assim, por que demoraram tanto pra fazer um jogo disso? Só Deus sabe, é por isso que eu vou explicar tudo agora: Primeiro tem o fator dos direitos autorais por trás desses personagens, mesmo depois disso ainda tem que cuidar da dublagem, dubladores são entidades bem famosas nas terras da área 11, mas eles trabalham para empresas e gravadoras diferentes, além de que o cachê de alguns pode ser absurdamente alto, principalmente para quem esta acostumado com os padrões do ocidente.

O Jogo foi criado pela Bandai Namco em conjunto com a criadora desse pequeninos, a empresa Good Smile. Este camaradas são muito espertos, antes que qualquer um pudesse latir no ouvido deles, eles começam logo avisando que os personagens e suas estórias são diferentes do material original.

 

– Plot

O jogo inicia com a mascote Gumako na Nendoro-Gakuen (Nendoroscola) se preparando para uma jornada até o altar para oferecer flores para o deus das Nendoroids que tem o poder de espalhar alegria por todo Nendoroworld, mas certos incidentes misteriosos tem deixado todas as Nendoropessoas muito triste, por isso elas decidem fazer um Nendoro…tá, já chega!

Depois de alguma investigações, nossas heroínas cabeçudas descobrem que os vilões são criaturas chamadas Egoístas (sim, este é o nome delas, resista!)

Esses monstros são completamente desconhecidos neste mundo (pois foram criadas especialmente para este jogo), e estão pixando salas, causando desavenças e perturbando garotinhas por ai. Eles também possuem a habilidade de possuir corpos alheios (nada sexual aqui, relaxa!) e abusam disso para espalhar o caos. Eles são liderados por uma outra personagem original conhecida como…(NEGACRY! entendeu? Negativo + cry = nome foda!).

Afinal, qual é o objetivo de Negachoro e sua turminha? Isso é obvio, elas querem que todas no mundo chorem, para que elas possam rir da cara delas, UAU! Essas vilãs são mais filhas-da-puta do que malvadas! Para evitar o pior, nossas heroínas se dirigem ao seu deus, que então…Péra ai! As criaturinhas mais bonitinhas do universo tem um deus? Como isso funciona?

É! Isso deve funcionar.

– Personagens

Certamente algo importantíssimo para o jogo. Ei! esses caras devem ter vendido o rabo pra conseguirem usar esses personagens, você tem que apreciar isso se for jogar esse jogo.

O host se concentra em animes e jogos famosos, e apesar de existirem nendoroids de todos os sexos e raças, aqui você só ira encontrar garotas.

Algumas das séries presentes são, Nanoha, Fate/Stay Night, Steins;Gate, Dog Days, Zero no Tsukaima, e muitas outras.

Uma das principais atrações no host fica por conta das personagens da franquia de Touhou. O criador da série é um tanto fresco e não gosta que as personagens apareçam em produtos comerciais, o que torna essa a primeira aparição dessas garotas em um jogo de video game profissional e a segunda vez que elas ganham vozes em um produto oficial (a primeira foi em um anime muito doido que ninguém conhece).

Esse é um Crossover que funciona pois as personagens foram todas padronizadas para uma atmosfera e estilo semelhantes, o que faz com que elas combinem ao mesmo tempo que não, pois elas vem de franquias diferentes e você sente isso, mas não ao ponto que te incomoda…É complicado!

– Gameplay

Nendoroid é um RPG, de simulação de vida e de dança, tudo em um pacote só! UAU! tudo isso de uma vez? Isso só pode ser uma merda! não é? Na verdade uma palavra ótima para descrever este jogo seria “simples”. Essas coisas não são ruins, são apenas simples. Na hora de explorar, você controla o seu personagem e sua câmera parcialmente em um ambiente 3D e pode apertar triangulo para acessar o menu e X para pular (algo sem muita utilidade), você usa o circula para examinar objetos e conversas mas só precisa encostar na porta para entrar em uma sala.

Batalhas acontecem em quartetos, mas por muito tempo o grupo será composto por apenas 3 personagens, personagens são divididos entre attackers e Performers, dispensando as explicações para os attackers, os performers são aquelas personagens que não sabem lutar, e logo ficam encarregadas de…torcer, isso os torna basicamente em curandeiros, em regeneram HP, recuperam pontos e dão bônus em atributos e etc. Uma coisa inteligente é que elas não atacam, porem, não podem ser atacadas. habilidades especiais requerem cristais que funcionam como MP e podem ser restaurados defendendo ou usando uma habilidade de performer, existe a possibilidade de adquirir as roupas de inimigas humanas após a batalha, para isso existe um ataque especial em grupo que usa uma barra especial e requer que botões sejam pressionados na hora certa para causar mais dano e aumentar a porcentagem de roubar a roupa da inimiga, ao estilo Gunblade.

– Som

O Jogo é muito agradável aos ouvidos, ao começar pela primeira musica que toca no jogo:  Anata ni FIT, da banda Claris, uma canção terrivelmente grudante mas com um clima que combina com o jogo.

O titulo ainda esta cheio de faixas que lembram boas musicas da era do Snes, o que dá aquela sensação de old school, as vozes só são presentes em batalha mas são interpretadas pelos dubladores costumeiros de cada personagem, por isso se torna difícil de se enjoar delas durante as batalhas, um ótimo fan service.

Os outros modos são opcionais, mas podem dar alguns bônus, eles funcionam mais para descontrair um pouco e não se enjoar rápido do jogo, o que é sempre um esforço muito bem-vindo. É claro que o jogo tem defeitos, como na batalha, os ataques irão constantemente falhar, seus inimigos irão mirar apenas o mesmo personagem até matá-lo e terão ocasiões em que o inimigo ganha a iniciativa e mata seu personagem com um golpe critico só.

Eu poderia dizer que outro defeito fica na estória simples, ou melhor: infantil, mas pense dessa maneira, esse é um ótimo RPG para crianças, Droga! Eu deveria ter dado este jogo para meus priminhos da pré-escola jogarem e não Persona 3! Estúpido Persona 3 com seus suicídios que envocam demonios do seu corpo!

Eu ainda acho que a estória podia ser um pouquinho mais…existente ou bobinha mas quem sou eu pra reclamar, eu não sou um fã de Nendoroids, e até onde eu sei, essas coisas só são para criancinhas não é?

Não é…

Ok! Que seja, eu quase me esqueci que o mundo é um lugar fudido e tem muita gente perturbada por ai, pelo menos eu sei que eu nuncO MEU DEUS ELES TEM NENDOROIDS DE PERSONA! EU TENHO QUE COMPRAR ESSA MERDA AGORA MESMO!

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Sobre Benedict

A ovelha negra. Perdeu sua alma quando resolveu seguir o caminho do mal e unir forças com os jogos nipponicos. Durante um ataque dos EUA, por pouco escapou de se tornar um FPS, porém, um de seus olhos foi permanentemente transformado em uma mira laser.
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