Walking Thru – Mass Effect 02

Finalmente vamos à parte 2 do meu Walking Thru de Mass Effect. Demorei mais que o esperado… foi mal. Mas já tem mais gameplay para eu fazer logo a parte 3. Se eu vou fazê-la pontualmente é outra conversa… (espero que sim, sério).

Quando paramos na parte anterior, eu afirmei que não queria contar com o Conselho, afinal não ficou difícil perceber um certo preconceito contra os humanos nesse jogo. Bem, parece que eu estava certo mesmo. Assim que chegamos na cidadela vemos a agradável cena do conselho basicamente dizendo ao embaixador terráqueo, Undina, que o mesmo pode ir degustar grama.

Vá pastar, EWJ style!!

E adivinha só! Embora o tal Conselho tenha aceito conceder uma conferência para acusarmos Saren, é óbvio que foi a contragosto e que eles são extremamente parciais na questão. E o tal embaixador ainda me acusa de ser o culpado da missão ter acabado em merda e de ter fodido minhas chances de entrar para os spectres. Porque, afinal, seria muito supimpa virar colega de trabalho do vilão.

Explorando um pouco pela cidade, encontro o soldado Orella Fredricks. Após seu agradável “o que você quer?” eu o questiono sobre quem diabos é a tal consorte Asari de quem ele estava falando (enquanto penso em seu destino promissor, que nem o de Jenkins). Ele explica que é uma Asari que trabalha como… tipo, ela ajuda pessoas com… bem, problemas. E que custa muito dinheiro para… falar com ela. Já o barman me explica que Sha’ira (a consorte) entretém os clientes que podem pagar por seus serviços… Hum, acho que ela deve ser comediante stand up.

Foi mal, se eu não fizer uma piada idiota óbvia com a palavra consorte, vão achar que esse post ser do EdShemp é uma fraude

Visitando a torre onde teremos o encontro com o conselho, conheço Garrus, um investigador alienígena que quer desmascarar Saren. Será que ele vai entrar pro meu grupo ¬¬? Bem, ele me deseja sorte na conferência, eu dou meia volta e vou embora. Pô, não quero avançar o enredo ainda, fiquei curioso para encontrar a… consorte.

Ao chegar no “consorteiro” de Sha’ira, a porteira Nelyna me explica que eu tenho que marcar hora, mas tá de boa, deve ter uma vaguinha em três ou quatro meses… Cara, essa Sha’ira deve ser mesmo boa de… comédia. Bem, mas acho que é bom esclarecer, então pergunto de Nelyna o que raios a consorte faz no fim das contas. Ela esclarece que ela é “muitas coisas para muitas pessoas, e algo diferente para cada”. Isso esclareceu absolutamente nada… “Alguns a procuram por conselhos, alguns por entretenimento e outros até por prazer”… Ow.. acho que estou entendendo.

Ok, se parece que eu tô enrolando, não se compara com o jogo. De “mulher com marcante compaixão e espírito generoso” pra longe. Cara, o título dela quer dizer cônjuge, e ela não é casada! Acho que eu sei o que ela faz, jogo… Porra, as “prima” que trabalham pra ela se denominam “Acolytes”!!

Quando tento ir embora, Sha’ira pede que me mandem falar com ela(com um close totalmente necessário na sua retaguarda smúrfica). Ela então me explica que um “amigo” general turian (raça, não nome) dela anda espalhando boatos sobre a coitada. Como eu sou um militar, eu devo ser bom o bastante para convencê-lo a parar. Ok, ajudarei a moça. Mas primeiro deixa eu comprar uns itens.

Credo em cruz, que porra é essa?

Refeito do susto, compro meus itens e vou falar com o general. Quer dizer, tento e falho. O jogo me avisa que tenho que falar com o Conselho antes de descer pro bairro pobre. Afinal, onde estou com a cabeça de achar que um RPG iria me deixar seguir UM evento longe do enredo central. pff.

Ok, façamos então o evento. E para minha grande surpresa… não tem surpresa nenhuma. Quem eu quero enganar, o Conselho já não vai com a nossa cara, sem prova e acusando um lacaio deles então…

Yeah, sure…

O legal é essa escolha. Pergunta: “Você tem algo a adicionar comandante?” Respostas: “Vocês não vão ver a verdade” e “Qual o ponto?” me soam emobitching, então escolho só dizer “Não”. Shepard por outro lado diz: “Vocês já tomaram sua decisão. Eu não vou desperdiçar minhas palavras!” Já falei que odeio os diálogos de Mass Effect?

Enfim… Com a falha, decidimos tentar resolver por conta própria (como eu tinha dito na primeira parte) e procurar pelo tal Garrus, que “talvez” entre para meu grupo. Então tenho que procurar o contato do Undina no esquadrão que Garrus trabalha, um tal de Harkin, que deve estar no mesmo bar que o general “amigo” da consorte (convenientemente…).

Mas bem, já foi uma porrada de coisas, continuo na próxima, nesse mesmo lugar, nessa mesma hora, nesse mesmo canal.

P.S.: Sabe do que mais, esse jogo seria um bom cartoon.

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Sobre Ed Shemp

Mais um dos garotos perdidos que descobriu que o sentido da vida é um filme do Monty Python.
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