Walking Thru – Skyrim 2

Como eu já joguei um bocado de Skyrim, vamos continuar o Walking Thru, senão não alcanço nunca. na parte 1 escrevi sobre como foi que decidi como montaria meu personagem. Agora contarei como foram minhas primeiras horas de jogo, quando ainda estava buscando seguir muito o caminho principal. Note que algumas coisas estão devéras resumidas e que estou tentando evitar de te spoilear o enredo.

O jogo começa e logo noto algo. Skyrim é mais um RPG com protagonista despersonalisado. Pô, sério? Depois de Witcher 2? Qual é a razão?

Witcher 2 mais que provou que um RPG com escolhas de caminho pode ter protagonista com vida própria. Ora raios, Saints Row tem edição de personagem com escolha de voz e personalidade… isso desde o 2! Eu ficaria quieto em um jogo despretensioso como Fable 3 (oh, snap), mas Skyrim é o jogo com a melhor interação do mundo com o personagem. NPCs comentam qualquer ação que você faça, interagindo brilhantemente com o protagonista. Tudo que eu queria era interagir brilhantemente com eles…

Mas, isso é assunto para outra coluna, continuemos. Minha primeira missão me ensina algo: Eu não gosto dos Imperials. Pretendo ficar neutro na guerra deles, afinal não estou jogando com um Nord, mas se tiver que escolher vai ser facinho… Vão decapitar a véia!

Depois de fugir, saio numa floresta. O cara que tava comigo me diz pra nos separarmos, mas acho melhor segui-lo. Ainda bem, pois ele me leva até umas pedras mágicas bizarras que aumentam a velocidade de aprender algumas Skills. Obviamente escolho a do guerreiro, sangue no olho!

Acho que você levou esse negócio de sangue no olho longe demais, shiryu...

Na primeira cidade, Riverwood, tem uma tia lá que me manda atrás do Jarl (tipo o líder da região). Mas eu sou gaiato e resolvo explorar primeiro, se o dragão atacar antes de eu procurar o cara, azar da vila (mentira, eu carregaria o save).

Minha primeira missão foi a que peguei com o mercador, parecia mais perto. Me taquei atrás da tal garra de ouro dentro de uma dungeon perto da cidade. Quando finalmente achei o cara que tinha roubado a garra, fui ajudá-lo e ele fugiu rindo da minha cara. Pilantra é igual até em videogame…

Depois de deixar o meliante devidamente ticado, resolvi explorar o resto da caverna. Sem maiores problemas, chego no fim e, de repente, fica tudo escuro e começo a ouvir umas vozes bizarras. Em meio a meus pensamentos de que-porra-é-essa, aparece uma mensagem dizendo que aprendi uma parada nova. Hum… ok. Mato outro zumbi, pilho uma pedra dele e levo a garra de ouro de volta pro dono. Um bom começo.

Nessa altura comecei a pensar se uma personagem nórdica não seria vantagem...

Depois fui procurar o tal Jarl, em Whiterun. No caminho ajudei uns carinha a matar um gigante. Eles falam de uma guilda e que talvez eu possa entrar pra ela. Uma guilda que fica matando gigantes por aí? Hell Yeah!

Já em Whiterun, o Jarl me manda conversar com um mago que trabalha no castelo. O cara me pede uma pedra mística anciã que está a séculos escondida em uma perigosa dungeon. Eu viro pra ele e pergunto: Essa aqui?

Por fazer um serviço tão incrível antes mesmo de receber a missão, ganho um fabuloso prêmio: o DIREITO de comprar uma casa na cidade por 5000 golds. Valeu hein… Pelo menos agora descubro que tem um dragão na área. Ahá, agora não estou com minhas mãos amarradas dragão maldito.

Quando cheguei no lugar, ouvi o rugido do bicho e fiquei na expectativa. Devo admitir que depois do Walking Thru de Shadow of the Colossus, eu meio que gostaria de dar descrições de estratégias legais e descobertas de como enfrentar os dragões… Mas resumiu-se a me esconder e esperar que ele pousasse, aí  me aproximei, fúria de batalha e taquei-lhe a trolha.

De volta a Whiterun, o Jarl ficou feliz em descobrir que tinha menos um lagarto voador gigante cuspidor de fogo pra se preocupar. E dessa vez sim, a recompensa valeu. Ganhei uma escudeira. Que supimpa, o jogo me recompensou com um título fodão e uma NPC que me segue quando eu quero e faz o que eu mando! Kudos Skyrim, essa foi a primeira das coisas que aconteceram nesse jogo pela primeira vez na minha longa carreira de gamer. Muito legal.

Quem sou eu pra discordar

Bom, segundo o Jarl, tem uns velhinhos que moram lá na casa do chapéu querendo que eu vá visitá-los para aprender umas habilidades novas. Ok, por que não?… Porque eles moram longe pra caralho!

Ok, aqui começa meu martírio. Nesse jogo você anda, mas anda, mas anda… Tem um cara de carroça que te leva até as principais cidades por precinhos módicos, mas a maioria das missões não são nas principais cidades, cara pálida. Depois de todo esse caminho até a vila, olho pra montanha e entendo o porque do Jarl falar nos 7000 degraus…

Bom, os degraus não estão diminuindo, então lá fui eu. Andeeeeei. Lá pelas tantas (diria uns 6550 degraus…) aparece um Yeti.

Bem, não era tão magro...

Há, se um dragão foi fácil, esse deve ser moleza. Pereci com 3 tapas do troll. Ok, tem algo errado. Na quinta tentativa, usando fúria de batalha, evoluindo minha “conjurar espada” com um perk que tinha sobrando,  usando oakenflesh pra aumentar minha defesa e deixando a Lydia (escudeira) apanhar primeiro, matei o troll. Moleza! Exceto que foi foda. Essa sim, foi uma batalha épica! Ok, o bicho não é tão difícil de derrubar, mas o dano dele dá uma tristeza nessa altura do jogo.

Chegando nos velhos, eles me ensinam a deixar meu grito mais poderoso. Pelo menos, depois de andar tudo isso, valeu a pena. Minha próxima missão é procurar um item de um cara antigo lá. Mas como esse já é meu maior post até agora, continuo no próximo. Nesse ponto resolvi procurar umas missões opcionais, afinal o troll deve ter dado tanto trabalho porque estou meio fraco, certo? … Além disso, a guilda de caras que matam gigantes parece ser bem fodástica de se entrar! Até lá, nesse mesmo lugar, nessa mesma hora, nesse mesmo canal.

P.S.: Você deve ter notado a falta de imagens do jogo. É que eu resolvi fazer o WT no meio do caminho, então eu não tinha screens de quando joguei. Deve ter esse problema técnico por mais uma parte pelo menos.

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Sobre Ed Shemp

Mais um dos garotos perdidos que descobriu que o sentido da vida é um filme do Monty Python.
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2 respostas para Walking Thru – Skyrim 2

  1. Laís disse:

    Tá bacana o blog em. E nossa, nessa parte do troll que parece mais o pé grande é difícil demais, dois tapas e já tinha morrido, tenso.

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